27 Fevereiro 2011 por Cláudia Amorim
O 1º aniversário de Girl Geek Dinners Portugal foi assinalado com uma sessão de luxo em termos de conteúdo e convívio.
O formato foi iniciado por Sarah Blow há cinco anos em Londres e pauta-se por ideias simples que funcionam: juntar num espaço experiências no feminino na área da tecnologia, favorecer o networking e o passa palavra num ambiente descontraído, de partilha de projectos e de ideias.
http://girlgeekdinners.com/
O espaço
O anfitrião foi o Clube Literário do Porto, cujas instalações são muito bonitas, cómodas e com vistas fabulosas para o Douro, pois fica na Rua Nova da Alfândega. O excelente programa cultural e as estantes carregadas de livros deliciosos foram inspiradores. Mas os encontros Girl Geek Dinners não têm um local exacto. A filosofia inerente ao projecto é o nomadismo, deslocando-se para onde houver ideias a apresentar e projectos a dar a conhecer.
O programa
Quatro sessões preencheram a tarde com novidades e projectos muitos diferentes, mas com uma característica comum – recusa em ficar na gaveta a aguardar melhores dias. Tratamento gráfico automático da expressão das personagens dos filmes de animação, empreendedorismo feminino português, empreendedorismo social e origem e motivações do programa e missão de Girl Geek Dinners, marcaram a agenda deste 5º encontro de PGGD num ano.
Organização
A Vânia Gonçalves criou o grupo há um ano e é ela própria bastante empreendedora e dinâmica, não se cansando de passar a mensagem que faz o sucesso das GGD em todo o mundo: spread the word, tell us your ideas and suggestions. A cada encontro tem conseguido abordar temas interessantes, convidando empresas e empreendedores individuais: jogos online, empreendedorismo feminino, mobile, software as a service.
Este trabalho não é de todo fácil, porque implica procurar temas actuais, projectos que comuniquem bem, patrocinadores. Os patrocínios não são obrigatórios, mas bem-vindos, porque permitem brindes aos participantes, lanche, cedência de espaço ou jantar. Os patrocinadores neste aniversário foram a Universidade do Porto, ELO e Clube Literário do Porto
http://www.linkedin.com/in/vaniagoncalves
O grupo
Este encontro reuniu cerca de 40 pessoas, tendo sido o mais generoso em participação dos 5 realizados até à data.
A língua franca do encontro foi o inglês, até porque a fundadora esteve presente.
Os participantes têm, regra geral, percursos muito interessantes com formações em universidades estrangeiras. Ninguém se coíbe de chegar ao conhecimento e enriquecer a sua visão e/ou experiência esteja a oportunidade onde estiver. Londres e Barcelona são centros activos para realização de projectos de cariz tecnológico.
Ao contrário do que se possa pensar, Girl Geek Dinners não é elistista nem feminista. O objectivo e prática são o de dar visibilidade e expressão a uma realidade ainda pouco expressiva, mas necessária. Mulheres com carreira tecnológica ainda não é corrente, mas não é um problema exclusivamente português. A Sarah testemunhou haver poucas adolescentes que seguem a carreira das tecnologias e ciência. Um cenário a mudar, para um futuro com mais oportunidades e profissionais mais felizes. A paixão das pessoas que laboram nestas áreas é indubitavelmente mais marcada e vívida.
Por tudo isto os Girl Geek Dinners são acontecimentos a não perder.
O 1º aniversário de Girl Geek Dinners Portugal foi assinalado com uma sessão de luxo em termos de conteúdo e convívio.
O formato foi iniciado por Sarah Blow há cinco anos em Londres e pauta-se por ideias simples que funcionam: juntar num espaço experiências no feminino na área da tecnologia, favorecer o networking e o passa palavra num ambiente descontraído, de partilha de projectos e de ideias.

O espaço
O anfitrião foi o Clube Literário do Porto, cujas instalações são muito bonitas, cómodas e com vistas fabulosas para o Douro, pois fica na Rua Nova da Alfândega. O excelente programa cultural e as estantes carregadas de livros deliciosos foram inspiradores. Mas os encontros Girl Geek Dinners não têm um local exacto. A filosofia inerente ao projecto é o nomadismo, deslocando-se para onde houver ideias a apresentar e projectos a dar a conhecer.
O programa
Quatro sessões preencheram a tarde com novidades e projectos muitos diferentes, mas com uma característica comum – recusa em ficar na gaveta a aguardar melhores dias. Tratamento gráfico automático da expressão das personagens dos filmes de animação, empreendedorismo feminino português, empreendedorismo social e origem e motivações do programa e missão de Girl Geek Dinners, marcaram a agenda deste 5º encontro de PGGD num ano.
Organização
A Vânia Gonçalves criou o grupo há um ano e é ela própria bastante empreendedora e dinâmica, não se cansando de passar a mensagem que faz o sucesso das GGD em todo o mundo: spread the word, tell us your ideas and suggestions. A cada encontro tem conseguido abordar temas interessantes, convidando empresas e empreendedores individuais: jogos online, empreendedorismo feminino, mobile, software as a service.
Este trabalho não é de todo fácil, porque implica procurar temas actuais, projectos que comuniquem bem, patrocinadores. Os patrocínios não são obrigatórios, mas bem-vindos, porque permitem brindes aos participantes, lanche, cedência de espaço ou jantar. Os patrocinadores neste aniversário foram a Universidade do Porto, ELO e Clube Literário do Porto
O grupo
Este encontro reuniu cerca de 40 pessoas, tendo sido o mais generoso em participação dos 5 realizados até à data.
A língua franca do encontro foi o inglês, até porque a fundadora esteve presente.
Os participantes têm, regra geral, percursos muito interessantes com formações em universidades estrangeiras. Ninguém se coíbe de chegar ao conhecimento e enriquecer a sua visão e/ou experiência esteja a oportunidade onde estiver. Londres e Barcelona são centros activos para realização de projectos de cariz tecnológico.
Ao contrário do que se possa pensar, Girl Geek Dinners não é elistista nem feminista. O objectivo e prática são o de dar visibilidade e expressão a uma realidade ainda pouco expressiva, mas necessária. Mulheres com carreira tecnológica ainda não é corrente, mas não é um problema exclusivamente português. A Sarah testemunhou haver poucas adolescentes que seguem a carreira das tecnologias e ciência. Um cenário a mudar, para um futuro com mais oportunidades e profissionais mais felizes. A paixão das pessoas que laboram nestas áreas é indubitavelmente mais marcada e vívida.
Por tudo isto os Girl Geek Dinners são acontecimentos a não perder.
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