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Meetup Drupal PT – 23 outubro

MEETUP LX 23 OUT
Agenda
A agenda deste encontro esteve bastante cheia e acolheu mais participantes que a anterior. Para além dos elementos da comunidade Drupal, foram convidados Carlos Serrão do ISCTE e investigador da ADETTI e Sérgio Martinho da Microsoft, ambos para falarem de projectos externos à comunidade mas com possibilidade de criar sinergias. No caso da Microsoft, foi brevemente mencionada a estratégia de aproximação a comunidades open source com o objectivo principal de levá-las a utilizar os seus produtos livres na plataforma mais alargada e conhecida do mundo.
Tal como no encontro anterior, foi captado som, mas o ruído no espaço não permitiu uma qualidade suficiente, por isso faço aqui o apanhado das ideias de cada intervenção e da discussão em torno dos tópicos tratados.
Carlos Serrão apresentou o OWASP (Open Web Application Security Project) que é sobretudo conhecido pelo OWASP Top 10, um documento que cada ano lista as 10 maiores vulnerabilidades da segurança nos sistemas web, permitindo que empresas, organismos e comunidades de software se possam antecipar e proteger em relação aos riscos mais significativos. Esta entidade, além do famoso top, produz documentação, faz formação e financia projectos. A este propósito, discutiu-se a utilidade e aplicabilidade das recomendações de segurança da OWASP aplicadas ao Drupal. No Drupal existe um Team Security que se encarrega deste assunto e achou-se que seria interessante contactá-los no sentido de saber se eventualmente já usam OWASP. Porém, a utilização mais óbvia e imediata seria não directamente no Drupal mas ao nível do server.
Ainda aproveitando a presença do Carlos, mencionou-se a possibilidade da ADETTI co-organizar o DrupalCamp, salvaguardando sempre a situação de que a iniciativa é da comunidade Drupal.
Ricardo Amaro fez uma abordagem a Drupal Business Models focando as áreas de negócio (development, support, theming…) de grandes empresas como Acquia ou Lullabot, sublinhando algumas boas práticas (team, community, share, fun…). Foram apresentadas algumas empresas que trabalham com Drupal, e paralelamente listadas algumas fragilidades do business model em Portugal: visibilidade, participação em eventos e comunidade, contribuição, marketing, comunicação entre empresas. Basicamente ainda existe muito trabalho a realizar e em quase todas as frentes. Apesar de haver algumas restrições legais à contribuição de código, o maior obstáculo é a mentalidade.
Um importante documento disponibilizado foi o guide da Flossmetrics (http://guide.flossmetrics.org) que orienta na criação de um modelo de negócio baseado em open source.
Ficaram as sugestões para desenvolver o tema: “Como criar uma empresa tendo no seu core o Drupal”, ou “Testemunho e práticas dentro da empresa X”, por exemplo a própria Ocasião.
Victor Cardoso e Cláudia Amorim confirmaram que o próximo encontro no Porto já tem data confirmada e espaço, com apoio directo da empresa Neoscopio, da UPTEC. Depois de uma pequena reunião com o responsável, foi confirmada a disponibilidade para acolher este e futuros meetups, sempre com cedência de espaço, projector, café. Outra vantagem é a possibilidade de ainda poder usar espaço numa das Faculdades próximas e até o Elearning Café. Esta facilidade e diversidade de locais pode ser interessante para diferentes formatos de encontros.
Já para o próximo encontro, a decorrer de manhã e tarde, apostar-se-ia na introdução ao Drupal para público em geral e à tarde uma sessão mais técnica. Porém o formato, propostas de apresentação e subscrição serão em breve disponibilizados.
A Neoscopio possui um data center que usa para os clientes e disponibilizou uma VPS para a comunidade. Apesar de não ser exigida qualquer contrapartida publicitária, até porque o core business da Neoscopio não é hosting, a única condição que os presentes consideraram ter de estar garantida é a total neutralidade da comunidade Drupal PT em relação ao hosting, design ou qualquer outra contribuição para o website. TOdos foram unânimes em estabelecer total independência de marcas e não desejam dar protagonismo a qualquer empresa em detrimento de outras. Aliás, o espaço de expressão para cada empresa está previsto.
João Ventura mencionou o Meetup Business (Bruxelas) para sublinhar a necessidade das empresas pensarem mais global se quiserem ganhar grandes projectos. Apresentou ainda a possibilidade de Lisboa receber o Drupal Dev Days em Janeiro/ Fevereiro do próximo ano por desistência da Bélgica que estava a organizar o evento. Trata-se de um evento que trará elementos de topo do Drupal. Porém, as reticências em relação a esta proposta tentadora advêm do facto do Drupal PT ainda ser muito jovem e não ter experiência em organizar eventos. O número estimado de participantes é de 300, requer logística, provavelmente espaço para sessões simultâneas, voluntários quanto baste, e tudo num tempo de organização recorde. A resposta dos presentes foi no sentido de se apurar os requisitos para que seja possível avaliar qual o verdadeiro envolvimento da comunidade local. Só depois disto será possível avaliar se temos unhas ou não para aceitar o desafio e levar o barco a bom porto.
O último tema foi o website. Ainda que algumas ideias já tenham sido discutidas, o que se procurou fazer foi estabelecer um esquema de organização mais concreto por áreas de intervenção e equipas.
Mas antes, acordaram-se alguns pontos:
Versão: D7
Tema: bartik, marina… com modificação básica. Entretanto, os themers e designers terão tempo de melhorar e até criar tema próprio.
Logo: v.1 Jolidog, depois de se achar que a v.3 não seria de associação tão óbvia ao Drupal
Lançamento: 1ª “release” dentro de 2 semanas, sendo o fim do ano a meta para uma versão já mais completa.
Design/ Theming
Trabalho de layout, modificação de tema.
Equipa: Jolidog, Catarina…
Conteúdos
Princípios:
uso de ligações ao d.o;
manter forums e todos os canais de comunicação já existentes replicando-os no novo website;
tutoriais e documentação mais específica ou criada em português será a la longue e num esquema de voluntariado;
Content types
showcase (montra de sites feitos em português)
case studies será um conteúdo a implementar futuramente;
produção imediata de textos (o que é o Drupal, Quem somos nós)
Equipa: Catarina, Cláudia, Luís
Sysadmin
Configuração de servidor, controlo de versões, segurança.
Equipa: António, Ricardo, Victor
Marketing
SEO ao nível do Drupal. Criação de perfis sociais da comunidade (twitter, identica, facebook). Comunicado a enviar a revistas de especialidade, empresas, sobre lançamento do website da comunidade Drupal-PT
Equipa: Gil, Carlos, Luís, António
Todos os membros que não estiveram presentes e desejem dar o seu contributo, contactem um dos elementos da equipa respectiva. PNão deixem da participar e dar a vossa achega.

A agenda deste encontro esteve bastante cheia e acolheu mais participantes que a anterior. Para além dos elementos da comunidade Drupal, foram convidados Carlos Serrão do ISCTE e investigador da ADETTI e Sérgio Martinho da Microsoft, ambos para falarem de projectos externos à comunidade mas com possibilidade de criar sinergias. No caso da Microsoft, foi brevemente mencionada a estratégia de aproximação a comunidades open source com o objectivo principal de levá-las a utilizar os seus produtos livres na plataforma mais alargada e conhecida do mundo.

Tal como no encontro anterior, foi captado som, mas o ruído no espaço não permitiu uma qualidade suficiente, por isso faço aqui o apanhado das ideias de cada intervenção e da discussão em torno dos tópicos tratados.

Carlos Serrão apresentou o OWASP (Open Web Application Security Project) que é sobretudo conhecido pelo OWASP Top 10, um documento que cada ano lista as 10 maiores vulnerabilidades da segurança nos sistemas web, permitindo que empresas, organismos e comunidades de software se possam antecipar e proteger em relação aos riscos mais significativos. Esta entidade, além do famoso top, produz documentação, faz formação e financia projectos. A este propósito, discutiu-se a utilidade e aplicabilidade das recomendações de segurança da OWASP aplicadas ao Drupal. No Drupal existe um Team Security que se encarrega deste assunto e achou-se que seria interessante contactá-los no sentido de saber se eventualmente já usam OWASP. Porém, a utilização mais óbvia e imediata seria não directamente no Drupal mas ao nível do server.

Drupal-pt meetup 2010-10 OWASP

Ainda aproveitando a presença do Carlos, mencionou-se a possibilidade da ADETTI co-organizar o DrupalCamp, salvaguardando sempre a situação de que a iniciativa é da comunidade Drupal.

Ricardo Amaro fez uma abordagem a Drupal Business Models focando as áreas de negócio (development, support, theming…) de grandes empresas como Acquia ou Lullabot, sublinhando algumas boas práticas (team, community, share, fun…). Foram apresentadas algumas empresas que trabalham com Drupal, e paralelamente listadas algumas fragilidades do business model em Portugal: visibilidade, participação em eventos e comunidade, contribuição, marketing, comunicação entre empresas. Basicamente ainda existe muito trabalho a realizar e em quase todas as frentes. Apesar de haver algumas restrições legais à contribuição de código, o maior obstáculo é a mentalidade.

Um importante documento disponibilizado foi o guide da Flossmetrics que orienta na criação de um modelo de negócio baseado em open source.

Ficaram as sugestões para desenvolver o tema: “Como criar uma empresa tendo no seu core o Drupal”, ou “Testemunho e práticas dentro da empresa X”, por exemplo a própria Ocasião.

Drupal-pt meetup 2010-10 Business

Victor Cardoso e Cláudia Amorim confirmaram que o próximo encontro no Porto já tem data confirmada (27 de novembro) e espaço, com apoio directo da empresa Neoscopio, da UPTEC. Depois de uma pequena reunião com o responsável, foi confirmada a disponibilidade para acolher este e futuros meetups, sempre com cedência de espaço, projector, café. Outra vantagem é a possibilidade de ainda poder usar espaço numa das Faculdades próximas e até o Elearning Café. Esta facilidade e diversidade de locais pode ser interessante para diferentes formatos de encontros.

Já para o próximo encontro, a decorrer de manhã e tarde, apostar-se-ia na introdução ao Drupal para público em geral e à tarde uma sessão mais técnica. Porém o formato, propostas de apresentação e subscrição serão em breve disponibilizados.

A Neoscopio possui um data center que usa para os clientes e disponibilizou uma VPS para a comunidade. Apesar de não ser exigida qualquer contrapartida publicitária, até porque o core business da Neoscopio não é hosting, a única condição que os presentes consideraram ter de estar garantida é a total neutralidade da comunidade Drupal PT em relação ao hosting, design ou qualquer outra contribuição para o website. Todos foram unânimes em estabelecer total independência de marcas e não desejar dar protagonismo a qualquer empresa em detrimento de outras. Aliás, o espaço de expressão para cada empresa está previsto.

João Ventura mencionou o Meetup Business (Bruxelas) para sublinhar a necessidade das empresas pensarem mais global se quiserem ganhar grandes projectos. Apresentou ainda a possibilidade de Lisboa receber o Drupal Dev Days em Janeiro/ Fevereiro do próximo ano por desistência da Bélgica que estava a organizar o evento. Trata-se de um evento que trará elementos de topo do Drupal. Porém, as reticências em relação a esta proposta tentadora advêm do facto do Drupal PT ainda ser muito jovem e não ter experiência em organizar eventos. O número estimado de participantes é de 300, requer logística, provavelmente espaço para sessões simultâneas, voluntários quanto baste, e tudo num tempo de organização recorde. A resposta dos presentes foi no sentido de se apurar os requisitos para que seja possível avaliar qual o verdadeiro envolvimento da comunidade local. Só depois disto será possível avaliar se temos unhas ou não para aceitar o desafio e levar o barco a bom porto.

Drupal-pt meetup 2010-10 Comunidade

O último tema foi o website. Ainda que algumas ideias já tenham sido discutidas, o que se procurou fazer foi estabelecer um esquema de organização mais concreto por áreas de intervenção e equipas.

Mas antes, acordaram-se alguns pontos:

  • Versão: D7
  • Tema: bartik, marina… com modificação básica. Entretanto, os themers e designers terão tempo de melhorar e até criar tema próprio.
  • Logo: v.1 Jolidog, depois de se achar que a v.3 não seria de associação tão óbvia ao Drupal
  • Lançamento: 1ª “release” dentro de 2 semanas, sendo o fim do ano a meta para uma versão já mais completa.

Design/ Theming

Trabalho de layout, modificação de tema.

Equipa: Jolidog, Catarina

Conteúdos

Princípios:

  • uso de ligações ao d.o;
  • manter forums e todos os canais de comunicação já existentes replicando-os no novo website;
  • tutoriais e documentação mais específica ou criada em português será a la longue e num esquema de voluntariado;

Content types

  • showcase (montra de sites feitos em português)
  • case studies será um conteúdo a implementar futuramente;
  • produção imediata de textos (o que é o Drupal, Quem somos nós)

Equipa: Catarina, Cláudia, Luís

Sysadmin

Configuração de servidor, controlo de versões, segurança.

Equipa: António, Ricardo, Victor

Marketing

SEO ao nível do Drupal. Criação de perfis sociais da comunidade (twitter, identica, facebook). Comunicado a enviar a revistas de especialidade, empresas, sobre lançamento do website da comunidade Drupal-PT

Equipa: Gil, Carlos, Luís, António

Todos os membros que não estiveram presentes e desejem dar o seu contributo, contactem um dos elementos da equipa respectiva. PNão deixem da participar e dar a vossa achega.


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3 respostas to “Meetup Drupal PT – 23 outubro”

  1. perusio diz:

    Olá Cláudia,

    Bom trabalho. Estamos em aceleração. Decididamente.

  2. Bom resumo da meetup! Obrigado :-)

  3. Já coloquei á discussão a questão do Drupal Dev Days – Lisboa 2011

    http://groups.drupal.org/node/101844

    Como faltará pouco tempo, isto necessita realmente de “aceleração” e “massa crítica” :)


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