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Ainda no âmbito do encontro de Setembro da comunidade Drupal-PT disponibilizo abaixo a apresentação realizada pelo Hernâni Borges de Freitas relativa ao uso do Selenium como ferramenta de teste e auxiliar de debugging para módulos e sites Drupal.
Mais simples e intuitivo que o SimpleTest o Selenium permite a realização de testes automáticos guardando os resultados para posterior análise.
Registo áudio:
Apresentação:
O Hernâni forneceu ainda alguns testes exemplo para demonstrar as capacidades do método.
A agenda deste encontro esteve bastante cheia e acolheu mais participantes que a anterior. Para além dos elementos da comunidade Drupal, foram convidados Carlos Serrão do ISCTE e investigador da ADETTI e Sérgio Martinho da Microsoft, ambos para falarem de projectos externos à comunidade mas com possibilidade de criar sinergias. No caso da Microsoft, foi brevemente mencionada a estratégia de aproximação a comunidades open source com o objectivo principal de levá-las a utilizar os seus produtos livres na plataforma mais alargada e conhecida do mundo.
Tal como no encontro anterior, foi captado som, mas o ruído no espaço não permitiu uma qualidade suficiente, por isso faço aqui o apanhado das ideias de cada intervenção e da discussão em torno dos tópicos tratados.
Carlos Serrão apresentou o OWASP (Open Web Application Security Project) que é sobretudo conhecido pelo OWASP Top 10, um documento que cada ano lista as 10 maiores vulnerabilidades da segurança nos sistemas web, permitindo que empresas, organismos e comunidades de software se possam antecipar e proteger em relação aos riscos mais significativos. Esta entidade, além do famoso top, produz documentação, faz formação e financia projectos. A este propósito, discutiu-se a utilidade e aplicabilidade das recomendações de segurança da OWASP aplicadas ao Drupal. No Drupal existe um Team Security que se encarrega deste assunto e achou-se que seria interessante contactá-los no sentido de saber se eventualmente já usam OWASP. Porém, a utilização mais óbvia e imediata seria não directamente no Drupal mas ao nível do server.

Ainda aproveitando a presença do Carlos, mencionou-se a possibilidade da ADETTI co-organizar o DrupalCamp, salvaguardando sempre a situação de que a iniciativa é da comunidade Drupal.
Ricardo Amaro fez uma abordagem a Drupal Business Models focando as áreas de negócio (development, support, theming…) de grandes empresas como Acquia ou Lullabot, sublinhando algumas boas práticas (team, community, share, fun…). Foram apresentadas algumas empresas que trabalham com Drupal, e paralelamente listadas algumas fragilidades do business model em Portugal: visibilidade, participação em eventos e comunidade, contribuição, marketing, comunicação entre empresas. Basicamente ainda existe muito trabalho a realizar e em quase todas as frentes. Apesar de haver algumas restrições legais à contribuição de código, o maior obstáculo é a mentalidade.
Um importante documento disponibilizado foi o guide da Flossmetrics que orienta na criação de um modelo de negócio baseado em open source.
Ficaram as sugestões para desenvolver o tema: “Como criar uma empresa tendo no seu core o Drupal”, ou “Testemunho e práticas dentro da empresa X”, por exemplo a própria Ocasião.

Victor Cardoso e Cláudia Amorim confirmaram que o próximo encontro no Porto já tem data confirmada (27 de novembro) e espaço, com apoio directo da empresa Neoscopio, da UPTEC. Depois de uma pequena reunião com o responsável, foi confirmada a disponibilidade para acolher este e futuros meetups, sempre com cedência de espaço, projector, café. Outra vantagem é a possibilidade de ainda poder usar espaço numa das Faculdades próximas e até o Elearning Café. Esta facilidade e diversidade de locais pode ser interessante para diferentes formatos de encontros.
Já para o próximo encontro, a decorrer de manhã e tarde, apostar-se-ia na introdução ao Drupal para público em geral e à tarde uma sessão mais técnica. Porém o formato, propostas de apresentação e subscrição serão em breve disponibilizados.
A Neoscopio possui um data center que usa para os clientes e disponibilizou uma VPS para a comunidade. Apesar de não ser exigida qualquer contrapartida publicitária, até porque o core business da Neoscopio não é hosting, a única condição que os presentes consideraram ter de estar garantida é a total neutralidade da comunidade Drupal PT em relação ao hosting, design ou qualquer outra contribuição para o website. Todos foram unânimes em estabelecer total independência de marcas e não desejar dar protagonismo a qualquer empresa em detrimento de outras. Aliás, o espaço de expressão para cada empresa está previsto.
João Ventura mencionou o Meetup Business (Bruxelas) para sublinhar a necessidade das empresas pensarem mais global se quiserem ganhar grandes projectos. Apresentou ainda a possibilidade de Lisboa receber o Drupal Dev Days em Janeiro/ Fevereiro do próximo ano por desistência da Bélgica que estava a organizar o evento. Trata-se de um evento que trará elementos de topo do Drupal. Porém, as reticências em relação a esta proposta tentadora advêm do facto do Drupal PT ainda ser muito jovem e não ter experiência em organizar eventos. O número estimado de participantes é de 300, requer logística, provavelmente espaço para sessões simultâneas, voluntários quanto baste, e tudo num tempo de organização recorde. A resposta dos presentes foi no sentido de se apurar os requisitos para que seja possível avaliar qual o verdadeiro envolvimento da comunidade local. Só depois disto será possível avaliar se temos unhas ou não para aceitar o desafio e levar o barco a bom porto.

O último tema foi o website. Ainda que algumas ideias já tenham sido discutidas, o que se procurou fazer foi estabelecer um esquema de organização mais concreto por áreas de intervenção e equipas.
Mas antes, acordaram-se alguns pontos:
Design/ Theming
Trabalho de layout, modificação de tema.
Conteúdos
Princípios:
Content types
Equipa: Catarina, Cláudia, Luís
Sysadmin
Configuração de servidor, controlo de versões, segurança.
Equipa: António, Ricardo, Victor
Marketing
SEO ao nível do Drupal. Criação de perfis sociais da comunidade (twitter, identica, facebook). Comunicado a enviar a revistas de especialidade, empresas, sobre lançamento do website da comunidade Drupal-PT
Equipa: Gil, Carlos, Luís, António
Todos os membros que não estiveram presentes e desejem dar o seu contributo, contactem um dos elementos da equipa respectiva. PNão deixem da participar e dar a vossa achega.
Como já referido numa entrada anterior, no passado dia 25 de Setembro realizou-se o primeiro encontro “regular” da comunidade Drupal em Portugal. Nesse encontro abordaram-se vários temas entre os quais o módulo Feeds e a sua possível aplicação a um projecto que a comunidade Hacklaviva está a desenvolver – Projecto Transparência.

Apresentamos abaixo o registo áudio e os slides apresentados pela Cláudia Amorim.
Registo áudio:
Projecto Transparência:
Módulo Feeds:
As outras apresentações seguirão em entradas futuras.
Tal como prometido na entrada anterior, segue-se a apresentação dedicada ao Git, efectuada pelo Nuno Melo.
Trata-se da vedeta do momento, com uma popularidade em crescimento exponencial, o ponta de lança dos sistemas distribuídos. É um sistema que pretendemos aprofundar, em particular no seu uso na gestão de desenvolvimento web. Recentemente foi anunciada a migração dos repositórios Drupal de CVS para Git. Trata-se de mais um importante projecto a abraçar esta plataforma, e um projecto muito caro para nós!
Também o repositório Github tem crescido em adeptos, que vão abandonando os mais tradicionais como o Sourceforge. Mas isto poderá ser uma outra entrada. Por enquanto, aqui vai a apresentação muito bem conseguida do Pedro Melo (atenção que não é qualquer um que mantém uma plateia por mais de 2 horas absorta num tema destes, ainda mais quando lhe precedeu 1 hora de Subversion).
Recentemente um amigo solicitou alguma informação sobre o sistema de controlo de versões Git e, tendo assistido a uma excepcional sessão organizada pelo PortoLinux há um ano onde o Git foi um dos protagonistas, lembrei-me de lhe dar o link do blog onde se encontravam alojados os vídeos. Sim, foi uma sessão de luxo com direito a gravação e edição de vídeo! Ora ocorre que o vídeo do Git já lá não se encontra, possivelmente por ter sido apagado do seu alojamento. Eu tenho o hábito de guardar sempre uma cópia pessoal dos documento que me agradam e que considero referência para futuro, não vá o diabo tecê⁻las, e esta foi uma situação em que justificou.
Copiei os vídeos de ambas as apresentações para o Internet Archive onde, se espera, tenham localização permanente, e que podem ser visualizados de seguida. Transcrevo ainda abaixo o texto que figura na entrada dessa sessão no blog do PortoLinux.
Sessão devotada ao “Controlo de Versões” realizada na FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto – Portugal) no Âmbito de um Encontro Técnico do PortoLinux a 21 de Novembro de 2009.
Uma vez que há diversas soluções informáticas (livres e proprietárias) para este fim, optamos por não olhar propriamente para o software propriamente dito (deixamos a escolha ao critério dos nossos convidados) mas sim para as duas principais abordagens conhecidas: sistema centralizado e sistema distribuído.
Foi com enorme satisfação que registámos o interesse, imediatamente após a nossa primeira abordagem, de duas pessoas que fazem parte da história da Internet em Portugal, ambos integraram a equipa da IP Global e estiveram no nascimento do Clix e da Novisnet (actualmente Optimus Negócios – Rede Fixa), os ISPs da Sonaecom. Com esta actividade profissional (a que acresce a responsabilidade de liderança de equipas de programadores), ambos se tornaram perfeitamente familiarizados com o software de controlo de versões.Apesar de, à partida, este ser um tema que poderá interessar apenas a programadores, na verdade a utilização de software de Controlo de Versões pode aplicar-se às mais diferentes áreas. Utilizações possíveis:
* evolução de um desenho SVG;
* gerir documentos;
* armazenamento de histórico.
A primeira apresentação foi a do Subversion, pelo Bruno Tavares. Como já dito acima trata-se de um sistema de controlo de versões centralizado. Apesar de ser já “bastante antigo” ainda tem uma legião considerável de adeptos e bate-se com os recentes sistemas distribuídos.
Na próxima entrada apresentarei a sessão sobre o Git.
As redes comunitárias já foram aqui tema no blogue, mas voltam a sê-lo pelas melhores razões. Duas associações com grande experiência no terreno encontraram-se numa palestra organizada pelo Hacklaviva Porto. Por um lado a Guifi.net fez-se representar por Al, um dos seus elementos, que fez uma pequena ronda de apresentações pela Galiza e acedeu ao convite do Hacklaviva para descer até à Invicta. Do outro lado, José Monteiro, da Unimos.net
Se a Guifi acumula 7 anos de actividade e um crescimento que entusiasma qualquer um que se interesse pelo tema, a Unimos já festejou o terceiro aniversário. A palestra foi na sede do Hacklaviva e o resumo apresenta-se aqui em 4 partes. O tema chamou muitos interessados que se mantiveram até ao final sem arredar pé, mesmo quando de forma entusiasmada os dois experts discutiam pormenores mais core…
Ricardo Lafuente de Hacklaviva apresenta Al aos presentes. O registo áudio abaixo.
Apresentação de Al, da qual se destaca o facto de neste momento a Guifi ser uma operadora com a Europa como espaço de acção e de estar a trabalhar para o ponto neutro da Internet e no uso da fibra óptica nas redes. Uma mão cheia de boas perspectivas e passos bem firmes desta grande comunidade com mais de 10500 nós e 120 super-nós.
José Monteiro da Unimos tomou a palavra para apresentar o projecto.
Espaço para perguntas e respostas, formuladas quer para um quer para outro interveniente.”Conversa” entre dois entendidos. Ouçam como eles falam bem a língua das redes. Dá gosto ouvir.
Apresentado por um dos membros fundadores, José Monteiro, o projecto UNIMOS.NET, originário da Nazaré foi um dos pontos altos do DebianDay PT 2010. Tendo como objectivo disponibilizar uma infraestrutura para criar e gerir redes de comunicação wi-fi com base rádio, esta associação demonstra o poder da liberdade que surge das tecnologias abertas. As suas bandeiras são a partilha de recursos, o acesso à banda larga para comunidades desfavorecidas e a independência do poder económico. Assumem-se associação sem fins lucrativos e não fazem concorrência aos ISPs. Surgiu na Nazaré há 3 anos e estende-se já para outras localidades, como Ourém e Quiaios.
Sem entrar nos detalhes técnicos, abordados de forma simples e clara na apresentação que se pode escutar no áudio no final desta entrada, a rede funciona pela partilha de recursos utilizando equipamentos rádio colocados à disposição do projecto por sócios, voluntários e mesmo autarquias. Usa a distribuição GNU/Linux OpenWrt dedicada a sistemas embebidos como base de toda a infraestrutura, monitorizando a rede com o OLSR. O bloqueio de torrents permite a fluidez e o incremento de velocidade da rede, optimizando os recursos em favor de todos os utilizadores.
Com grande à vontade José Monteiro cativou a audiência tendo deixado algumas sementes que poderão em breve germinar para dar origem a outros nós e outras redes, expandindo a comunidade.

Abaixo os slides da apresentação:
E o registo áudio efectuado:
Deixo aqui a minha visão acerca da Con realizada na Dinamarca – Copenhaga. É sempre difícil escolher entra tantas propostas e fazer uma súmula que acrescente algo. Destaquei os temas em que apostei e que me chamaram mais a atenção.
Entusiasmo e expectativas elevadas da comunidade em torno do D7 que aposta forte na mudança de imagem, mais cuidada, e na incorporação de mais módulos no core. Assisti à apresentação da Angie Byron e ela é de facto espectacular no contágio e apoio à causa Drupal. Colocou a ênfase na mudança de nome dos content types por defeito (article, basic page), no suporte à imagem, no uso directo de tags sem ter de criar vocabulário na taxonomia, vertical tabs por toda a interface, alargamento dos campos cck, a passagem de taxonomia, users e content a entidades. Houve muitas outras apresentações ligadas à mudança de terminologia – entidades.
Durante o evento, uma equipa esteve sempre a trabalhar para reduzir os inicialmente 23 critical issues. Mas no final, o número aumentou e está actualmente em 29.
Tema preponderante, estando a ser feito um esforço no sentido de alavancar o processo do theming e aumentar a qualidade dos resultados. Empresas como a Four Kitchen, Chapter Three, ou vedetas do theming, como Mark Boulton e Jen Simmons, marcaram presença. Assisti à sessão de Boulton que agrada sempre pelos exemplos escolhidos, pela teoria à volta do theming, pelos conceitos defendidos e explicados. Achei a Simmons, tanto na sessão com o Morten como na sua, com dificuldade em ser objectiva. Disse que usava um tema parent, baseado na grid 960, e falou muito de como coordenar equipas e trabalho. Mais prática foi a proposta de Nica Lorber que explicou que usam o Fireworks e uma template modelo que acelera o processo. Mas a abordagem dada pela Four Kitchens foi a mais estruturada e completa, veja-se o guia que disponibilizam.
O Drupal Commons da Acquia estava a ser divulgado com 3 semanas de vida. Também o Drupal Gardens (SaaS para websites drupal com base D7) fez um brilharete ao criar um website para um museu em três penadas. Managing news, Openpublish são outras distribuições que estiveram em foco. Neste momento, o Openpublish precisa de traduções. É um projecto muito bem organizado e apoiado pela Acquia.
Features, Drush, são alguns dos módulos badalados que permitem criar rapidamente e cada vez mais com qualidade distribuições para fins específicos.
Aegir e a sua equipa pontuaram bem. A discussão a que assisti foi muito animada e curiosamente, quando criticavam a Microsoft, o elemento afirmou estar interessado em fazer parte da solução!
Neste capítulo, houve insistência ainda no uso de rules, do make file, do GIT, do simple test.
A dupla Stéphane Corlosquet e Lin Clark fizeram uma esclarecedora introdução aos conceitos e realizaram duas BOFs, tendo eu participado numa. Este grupo está muito receptivo a propostas e case studies, pelo que solicitou aos presentes a exposição dos seus projectos, dificuldades e necessidades.
Foram apresentados vários, sobretudo ligados aos media, mas assisti apenas ao do Information, projecto dinamarquês que avançou, mesmo sem OpenCalais. Johannes Wehner expôs obstáculos, apresentou a sua metologia e formas de contornar problemas e apresentou resultados, ciente de que é preciso melhorar. Gostei do projecto e da atitude.

Infelizmente não assisti à sessão Group (OG) Building Social Networks in Drupal 7 que parece ter sido uma animação do primeiro ao último minuto e foi mencionada como a melhor de todas pelo público. A abordagem de Amitai Burstein é bem humorada enquanto explica os meandros do novo módulo Group para o qual contribui.
O Dries projecta o Drupal a 10 anos, Jeremy explica o HTML5 e standards, o Rasmus faz uma análise do uso do PHP pelo Drupal e deixa recomendações. Qualquer uma delas tem muito conteúdo e requer visualização obrigatória.
Vídeos – Keynotes, e algumas sessões – http://vimeo.com/14406353
Apresentações e/ou vídeos – http://www.drupalcenter.de/node/29928
Vídeos – http://www.archive.org/search.php?query=drupalcon%20AND%20subject%3A%22DrupalCon%20Copenhagen%22
Vídeos extra – http://drupalradar.com

Ontem decorreu o 3º DebianDay em Portugal, dedicado à distribuição GNU/Linux Debian. Infelizmente não seguíamos a comunidade Linux em Portugal de uma forma regular para saber das 2 edições anteriores, mas mais vale tarde que nunca.
A Universidade de Aveiro cedeu uma das suas salas, com excelentes condições para este tipo de eventos. O dia esteve impecável, o almoço no Autocarro Bar muito bom e a organização merece um louvor.
A audiência, apesar de reduzida em número (seríamos entre 30 a 40) demonstrou bastante interesse nos temas tendo-se gerado um excelente ambiente. Eventos destes fazem falta, não só pelo aspecto técnico, mas principalmente pelo networking e dinamização de um sentido de comunidade cívica cada vez mais difícil de encontrar.
O orador principal foi Martin Michlmayr que exerceu o cargo de DPL (Debian Project Leader) e actualmente estuda o controlo de qualidade de software livre e nos ports para MIPS e ARM. Está também envolvido no desenvolvimento do instalador Debian, especialmente para dispositivos de armazenamento de rede (NAS).
O programa contou com as seguintes apresentações:
Gravei algumas das apresentações em áudio e colocá-las-ei em entradas posteriores.